purpose

Como trabalhar propósito de vida na marca pessoal

By | Sem categoria | No Comments

Não importa o que a vida fez de  você, importa o que você fez com a vida fez de você!”.

Essa frase de Sartre foi o divisor de águas na minha vida! Ao longo do texto fará total sentido a afirmação acima! Confira!

Ao receber este convite do PBBrasil para palestrar e escrever sobre “Como trabalhar propósito de vida na marca pessoal” fiquei buscando biografias e texto a respeito do tema, num primeiro momento.

Posteriormente, vi que tal medida não era necessária, afinal, me dei conta de que o tema tem total relação com minha história de transformação!

Em breve resumo,  entrei na carreira pública aos vinte e um anos e, durante certo tempo, tive, não só aos olhos dos outros, mas também aos meus olhos, uma história de profissional bem-sucedida. Afinal, logo no início da fase adulta já havia alcançado a minha independência financeira, e ao mesmo tempo, estabilidade e segurança.

Porém, com o passar dos anos, a rotina e a burocratização comuns em boa parte das instituições públicas começaram a pesar e com isso, meus dias ficavam com a sensação de ter quarenta e oito horas!

E foi aí que iniciou a minha saga devidamente acompanhada de ansiedade e angústia! Não me dava conta, mas, na verdade, era minha essência gritando por socorro!

Rememorando esta fase da minha vida, constatei que ficou fácil escrever sobre o presente tema: bastava prestar atenção ativamente à minha vida perceber o que fiz para retomar as rédeas da minha vida e hoje poder dizer que sou protagonista da minha história!

E o porquê desta afirmativa é muito simples: foi através da conexão com meu propósito de vida que consegui deixar de passar pela vida!

A frase apesar de forte e ter ares de dramática, reflete a mais pura realidade por mim vivenciada!

Tamanha a insatisfação com a vida que estava levando, meus dias eram cinzas durante a semana e só ficavam com pouco mais de cor aos finais de semana, férias e feriados! Triste, porém, costumava dizer que minhas semanas tinham cinco segundas-feiras!

Com o passar dos anos, fui me dando conta de que aquilo não estava certo, ao mesmo tempo que, a preocupação era latente: qual medida adotar para mudar minha realidade? Estava completamente perdida!

Na verdade, hoje tenho a percepção de que me sentia maior do que a vida que estava levando! Por isso tamanha insatisfação!

Quando percebi que entre o nascimento e a morte eu controlo boa parte das coisas, que onde estou e para onde vou é  fruto exclusivo de minhas decisões, minha vida recobrou seu colorido!

Vocês devem estar se perguntando: o que isso tem relação com o tema? Eu respondo: muita coisa!

Hoje percebo que o que de fato fez a diferença foi a descoberta e reconexão com meu propósito de vida!

Foi quando alinhei as decisões da minha vida ao meu propósito de vida, a vida ganhou outro ritmo e outro sentido!

Posso garantir: é transformador se conectar ao seu “para quê” de vida!

Mas como isso foi possível?  Quando me dei conta do que estava fazendo de mim mesma!

Caro leitor! A vida é muito curta para que se perca tempo com uma existência medíocre! Muito curta para dividir a vida com alguém que não ame, ter emprego que não goste, para que tenha um trabalho ao qual não se dedique!

Muito curta para a mediocridade!

Sigam o conselho de Sócrates: Conhece a ti mesmo!

Consciência é a chave da transformação! De toda a transformação!

Soa-me engraçado escutar que sou uma pessoa de sorte!! E eu vos digo: acordei muitas e muitas vezes às cinco da manhã ! Todos os dias tenho a sorte, sim, de realizar o meu propósito! Com muito orgulho digo: vivo uma marca de propósito!

Acordo e vou mais um dia em direção ao meu “para quê da vida”! Se eu optar por dormir o dia inteiro ou boa parte dele é certo que essa sorte vai logo, logo desaparecer! Fato!

Perguntas como: quem sou eu? O que eu quero? Para onde isso vai me levar? Isso me torna ou não feliz?

Hoje, almejo ser mais do que quem realmente sou, sem perder de vista quem efetivamente sou!

Em minha fase de insatisfação com a minha vida, me dei conta de que estava vivendo o propósito do outro e não o meu! Isso sim é um passaporte para a infelicidade! E sentimentos como angústia, ansiedade, depressão, raiva, ódio e rancor serão constantes companheiros!

Terminando esse texto, eu desejo a vocês coragem! Coragem para perseguir a sua felicidade e a de mais ninguém! E um grande vetor para essa direção eu garanto: está em descobrir o seu propósito! O propósito da sua marca pessoal!

Encontre o seu para quê e o persiga!

Todos os dias, dê um passo, pequeno que seja, em direção ao seu para quê, afinal, você veio a este mundo para ser você, não se distraia!

Com amor,

Tatiana Pêgo

Funcionária Pública Federal, Palestrante e Coach de Felicidade Profissional para Funcionários Públicos,. Dedicou-se à carreira pública desde o início da fase adulta, prestigiando a segurança e estabilidade, porém, no despertar da maturidade optou por premiar e vivenciar também a sua essência! Hoje, em paralelo à carreira pública auxilia funcionários públicos insatisfeitos com sua realidade a alcançarem um novo patamar de felicidade e realização, através do autoconhecimento.

 

Personal Branding offline

Como anda o seu investimento no mundo offline?

By | Sem categoria | No Comments

* Texto escrito por Juliana Saldanha

 

Frequento diversos tipos de eventos de networking no meu dia a dia e com frequência observo muitas oportunidades de negócios desperdiçadas. Pessoas que andam até você de forma automática e pensam apenas em descobrir o que você faz e como pode se beneficiar desse contato, sem qualquer esforço e interesse em escutar o outro. Ao mesmo tempo, vejo muitos trocarem cartões como se entregassem flyers pelas ruas, sem nenhum propósito. Vejo pessoas com ótimos negócios, mas sem clareza em seus discursos. E pessoas com grandes oportunidades em mãos, mas sem a energia certa para atrair o outro para perto.

O networking é a arte de se relacionar. E ela é parte importantíssima, um dos pilares, no trabalho de gestão da sua marca pessoal.

Afinal, após ter a clareza da sua marca, de quem você é e o que o torna único, clareza do seu posicionamento e visão, você com certeza terá a intenção de chegar ao topo, no que diz respeito a reconhecimento e liderança em sua área de atuacao. E esse é um caminho que nao é percorrido sozinho, e sim com as pessoas certas ao seu redor. A ponte para atravessar esse caminho: o networking.

Enquanto muitos acreditam que a imagem online é a solução atual para atrair mais oportunidades para o seu negócio, eu digo que a resposta para a atração consistente e contínua de mais oportunidades está relacionada à forma como você se conecta e se relaciona por trás das cenas, nos bastidores. Ou seja, para a construção da sua reputação, a maneira como você interage e se conecta offline, seja com os colegas de trabalho, parceiros ou desconhecidos, tem um grande peso.

O networking é mais do que o seu discurso (o seu pitch em momentos sociais) e envolve o conceito “give first”. Ou seja, você precisa pensar sobre o que você oferece ao outro antes de pensar em absorver dele. E oferecê-lo, de maneira genuína, sem esperar um retorno.

Sendo assim pense: De que forma eu consigo contribuir com o outro com o qual estou interagindo? O que eu trago à mesa com relação a contatos, conhecimento, experiência, história de vida e habilidades? E de que forma tudo isso endossa a minha marca pessoal e o meu negócio?

Voltando ao cenário inicial, o primeiro passo para a construção dessa rede de relacionamento começa pela habilidade em se conectar com desconhecidos e engajá-los em torno do seu discurso, mesmo que em poucos minutos de interação. Saber comunicar com clareza quem você é e de que forma você pode colaborar.

Nestes eventos, assim como vou até o outro para verificar a oportunidade de parcerias ou realizar convites, muitos vem até a mim com o mesmo propósito. Para interagir e mostrar o quanto ele e seus projetos são atrativos para mim naquele momento.

Inconsciente ou conscientemente eis algumas perguntas que eu faço (ou mentalmente faço) quando escuto as diversas apresentações (e que também procuro responder nas minhas):

  • O que voce faz?

Apesar de eu tentar evitar começar uma conversa com essa pergunta, no fim, é por isso que estamos ali. Muitos vão direto ao ponto em suas respostas: Sou advogado. Sou gestor de marketing. Tenho uma startup. Outros se arriscam com algo mais subjetivo: Eu ajudo as pessoas a alcançarem seus objetivos na vida. Eu te ajudo a economizar para ter a vida dos seus sonhos.

Independente do formato da sua resposta, você sabe quando encontra autoridades em seus respectivos nichos. Eles estão preparados (não apenas com discursos decorados) e sabem como conquistar a sua atenção. Eles entendem o porquê estão ali e seus propósitos. Entendem o valor de sua marca pessoal e, por consequência, o discurso flui naturalmente. No fim desta curta introdução eles falaram em 1 ou 2 minutos o que muitos levam 1 hora para dizer.

  • Porque eu devo confiar em você?

Essa pergunta todos fazemos inconscientemente. Afinal, queremos fazer negócios ou criar relacionamentos com aqueles nos quais podemos confiar. Relacionamentos sempre envolvem um grande investimento, não apenas financeiro. Compartilhar cases de sucesso, sua experiência ou mencionar a rede de contatos com a qual você está envolvido pode ajudar a quebrar barreiras nesses primeiros momentos da conexão. Importante dizer que tudo é um balanço e a forma como voce fornece essas informações dita se você será visto como arrogante ou crível. Além disso, o balanço entre ouvir e falar é imprenscindível.

  • Como você monetiza o seu negócio?

Ao final, seja para uma parceria de negócios ou para a compra e venda direta do seu serviço, a sua estratégia de monetização deve estar clara para o outro. Só assim ele saberá de que forma poderá contribuir com você. Não espere que ele faça essa pergunta, já que é o seu papel explicar.

  • Voce é reconhecido ou recomendado por outros?

Todos nós temos uma história. Uma simples pesquisa no Google ou acesso ao Linkedin pode dar essa resposta. Assim como fazemos com as marcas de empresas e produtos, o endosso de outras pessoas que se relacionaram com você tem valor inestimável. Mesmo que esse seja o seu primeiro negócio, você com certeza já interagiu com outras redes de relacionamentos em diversas outras iniciativas. Será que voce está utilizando o seu histórico da melhor maneira?

  • Qual valor voce adiciona ao outro?

Nosso tempo é o nosso bem mais precioso. A cada interação nós estamos “pedindo emprestado” o tempo que o outro tem para nos escutar ou para conviver conosco. De que forma você faz com que esse tempo seja utilizado da melhor forma? Mesmo que em poucos minutos, o que você adicionou de valor ao outro? Ou o que podera trazer de valor ao outro em um próximo encontro? Ou nos negócios?

A forma como a qual voce se relaciona impacta direta e profundamente na sua marca pessoal. Pare e pense em como você o faz atualmente e reflita: de que forma as pessoas me reconhecem e se referem a mim? Eu sou facilmente lembrado após o primeiro contato ou em indicações? Eu coloco a dose de energia certa ao me relacionar com o outro? Eu sou capaz de engajá-los para uma próxima reunião ou um próximo café?

Dica final: Construa o seu networking enquanto não precisa dele. E lembre-se: nem tudo se sustenta apenas com a imagem online. A mágica acontece no mundo offline.

 Juliana Saldanha 
Estrategista em Personal Branding. Fundadora do Techmall, aceleradora de startups.
Tenho como missão ajudar empreendedores a alcançarem resultados, tornando-os mais atraentes e críveis. Isso por meio da comunicação, inovação, gestão de marca e relacionamento com stakeholders.

Mais textos sobre o tema: www.julianasaldanha.com.br

women marca pessoal

AFINAL, QUAL É A MARCA PESSOAL DA MULHER?

By | Sem categoria | No Comments

Este artigo foi escrito em uma sexta feira de Carnaval, após uma quinta de pré-carnaval onde tive a oportunidade de acessar lugares meus que me causaram muita dor e tristeza e depois eu descobri que aquela dor iria abrir uma porta muito linda da minha vida que eu tinha trancado e jogado a chave fora. Minha Coach (pois toda Coach que se preza tem uma Coach para chamar de sua) disse que eu não estava sabendo lidar com aquilo por não ter experiência e que eu precisava experienciar, arriscar mais neste ponto para eu poder saber lidar e foi isto que fiz e hoje estou aqui feliz escrevendo para vocês já que me atrevi e reinventei este meu ponto que não passava de um infundado medo dentro de mim.

Foi escrito especialmente para o site do PB Brasil –  um grupo de profissionais de Marcas Pessoais supervalorizadas do qual tenho a honra de participar desde a sua formação, junto com o querido Adriano Tadeu Barbosa e idealizado pela competente Daniela Viek. Este grupo, hoje, conta com um vasto time de grandes profissionais das áreas de Marca Pessoal , Marketing Pessoal e Personal Branding que nos fortalece pelo compartilhar de nossas experiências com todos os colegas de profissão uma vez que não acreditamos na concorrência, mas, sim, na união de uma classe.

Se você também acredita na força da união, e trabalha nas áreas de Marca Pessoal, Marketing Pessoal e Personal Branding junte-se a nós. Temos muito trabalho pela frente e precisamos de pessoas especiais como você.

AFINAL, QUAL É A MARCA PESSOAL DA MULHER?

Agora, caso seja uma pessoa que sabe que precisa aprender a arte da gestão da Marca Pessoal, fique aqui conosco pois com certeza poderá usufruir dos melhores profissionais do ramo no Brasil, sem falsa modéstia.

Entrem. A casa é sua, sejam sempre bem-vindos.

A história da desvalorização da mulher vem desde a escolha de Eva entre o desejo e a obediência. Considero que nós, mulheres, vivemos hoje uma das fases mais delicadas de nossas vidas. Até pouco tempo não tínhamos, voz, vez e nem valor. Mesmo assim, muito honro nossas ancestrais uma vez que só somos e vivemos o que vivemos porque elas existiram.

Entendo que passamos por muitas e diferentes fases: lutamos muito, ganhamos, perdemos e ainda permanecemos na luta, mas sei que conseguimos, enfim, chegar ao momento onde nos é dado voz, vez e valor.

Que maravilha você poderá estar pensando. Tudo está certo e resolvido, a guerra foi vencida!!! Só que não!!! Algumas batalhas, sim, foram vencidas, mas agora temos um desafio tremendo pela frente.

O desafio é que agora temos a voz, a vez e o valor, mas não estamos sabendo lidar com tudo isto. A mudança foi grande em muitos pontos, noutros não. Tudo foi muito acelerado. Nos entregaram um título de Mulher Maravilha, que está sendo muito desafiante e, por isso, vejo muitas mulheres desvalorizando sua Marca Pessoal por não saberem lidar com todos os desafios atuais, inclusive sentindo-se pressionadas a ficar no posto que estão como se tudo estivesse bem.

Passamos a ter “um arsenal de coisas para ser e fazer”, mas não nos foram tiradas ainda nenhuma das “coisas das mulheres de antigamente” (diga-se de passagem, ainda bem!). Ainda somos, filha, irmã, amiga, namorada, esposa, amante, dona de casa, mãe e não preciso dizer o quão pesado é administrar tudo isto aliado ao posto de “Mulher Maravilha”, à TPM e todos os nossos hormônios que muitas vezes nos deixam em situações delicadas.

Ah!… E associado a tudo isto, vem a cereja do bolo, que na maioria das vezes tem sabor de jiló, que é a pressão da ditadura da beleza porquanto querem nos convencer que a mulher precisa ser eternamente linda, magra, elegante e jovem.

Até pouco tempo, quando pleiteávamos cargos elevados e de nível intelectual mais alto, antes só ocupados pelos homens, eles pensavam e agiam assim: “não tem jeito, vamos ter que deixar esta mulherada entrar aqui no nosso meio, elas são duras na queda e não vão desistir fácil, porém para entrar em nosso mundo terão que se vestir como homens”. Em razão desse pensar, a mulher que se atreveu a estes cargos, para ser ouvida e respeitada, não viu outra possibilidade do que se render ao terninho preto com camisa branca, “uniforme” que usou por tempos para poder ser vista, ouvida e respeitada como uma “Mulher de negócios”.

Durante anos e anos muitas mulheres tiveram um guarda roupa profissional lotado de ternos pretos, variando somente a parte de baixo entre a calça e a saia abaixo do joelho com meia. Os cabelos presos, maquiagem invisível e acessórios mini, unhas, sempre brancas e bem curtas. Um verdadeiro engessamento da essência da mulher que é múltipla, leve, versátil, inovadora.

Vivi um pouco desta fase, mas, a situação já era outra: tinha um guarda roupa de ternos variando somente a parte de baixo entre calça e saia, mas já foi outra coisa, pude variar nas cores, usei pouco preto. Nossa Silvana Lages, que bom que passou, hoje podemos ir vestida de mulher para o ambiente corporativo!!!

Sim, podemos, graça a Deus, mas o que me assusta até hoje é se você for ao Google e pesquisar na aba de imagem as seguintes palavras – Executiva- Mulher no trabalho- Mulher de sucesso – o que vai encontrar em 90% dos casos são 50 tons de preto, disse tons de preto, não de cinza (kkkk).

Fico triste por esta esmagadora imagem dos 50 tons de preto ainda imperar, mesmo diante do lindo trabalho da executiva Sheryl Sandberg, e da agência Getty Images, (http://revistadonna.clicrbs.com.br/lifestyle/projeto-cria-banco-de-imagens-de-mulheres-reais/) que vêm se empenhando em mudar o estereótipo da Mulher que é múltipla e precisa ser vista assim pois defendem que:

Quando observamos imagens de mulheres, homens ou crianças, somos levados pelo senso comum e caímos no exato estereótipo que queremos quebrar. E você não pode ser aquilo que não pode ver.”

Que trabalhos como este da Sherryl e Agência Getty Imagens possam tomar força o mais rápido possível.

Depois que foram criadas as princesas da Disney, a Marca Pessoal de valor de uma mulher, por muito tempo, foi tida como a da princesa linda, meiga, delicada, alta, magra, olhos claros, rica, e que fica à espera do príncipe encantado para ter o sonhado final feliz. Isto é, até nossos dias, subliminarmente vendido como Vida de Princesa, vida dos sonhos para as mulheres.

Nós, mulheres, precisamos de muito ajuda, apoio e atenção para podermos agregar valores em nossa Marca Pessoal. Por causa da nossa liberdade atual e de todos os desafios que acima citei, muitas vezes, inclusive eu, nos pegamos tentado replicar a Marca da Mulher Maravilha, das princesas, das rebeldes sem causa… e isto é um peso muito grande além de não corresponder à verdade e muito menos à realidade.

Há pouco tempo, Esther Soares Proença – uma jovem mestra de quase 90 anos, muito sábia, inteligente, culta, leve, de quem sou fã de carteirinha, estava falando sobre esta necessidade de ainda manter nos dias de hoje este aprincesamento das mulheres ao invés de sempre focar nas mulheres atuais independentes, capazes de brilhar e progredir na vida pelas próprias competências e esforços. Por isso, faço minhas as palavras dela:

“Acho que as princesas de hoje só podem ensinar que, sem competência e sem qualidades próprias, e com corrupção, o Reinado desmorona, alguém rouba sua coroa, raspa seus cabelos e descola sua peruca. E, ainda, sem um diploma universitário, jogam a boneca na cela comum. ” 

Se você quer desfrutar mais deste poço de sabedoria, que é a minha Estherzinha, acesse http://silvanalages.com.br/de-lavandas-e-tacas-de-consome/

Tenho este artigo como um alerta para com todas as distrações e ciladas enquanto estamos nas nossas incansáveis batalhas diárias e rotineiras para que possamos nos manter firmes e focadas para mostrar ao Mundo a nossa Marca Pessoal como mulheres, livres, capazes, sensíveis, reais, normais, especiais.  Seres que têm seu brilho, suas dores, suas delicias, tudo bem normal. Depois das redes sociais muitas mulheres se cobram uma vida perfeita já que nas redes sociais o que se vê são quadros falando somente de sucessos, só grama verde o tempo todo e nunca o processo de adubamento, muito menos aquela parte que morreu e está sendo replantada.

Não somos a mulher maravilha, mas com certezas somos grandes heroínas em busca do nosso lugar que ainda está meio estranho e confuso, mas, aos poucos, todas vamos encontrado o nosso lugar “certo” neste trem da vida onde somos passageiras como deliciosamente nos poetizou a querida Ana Vilela na sua sábia canção “Trem bala”. Clique aqui

Não precisamos carregar nenhum estereótipo, nem nos perdermos por sermos quem não somos de verdade.  Temos que tomar, sim, muitos cuidados, pois, por sede de liberdade, tem mulher trazendo sensualidade em dose exagerada e imprimindo vulgaridade na sua Marca. Quando a mulher imprime sua Marca de forma errônea ou não correspondente com sua verdade, certamente não está usando a melhor opção para se impor profissionalmente. Por isso, reforço: todo o cuidado é pouco para uma boa fixação de sua Marca Pessoal.

O maior desafio de uma Marca Pessoal é, de fato, conseguir ser representada pela nossa verdade. As pressões, cobranças e necessidades loucas da vida a que “somos obrigadas” a usar quase que na totalidade do tempo estão, de fato, nos deixando sem tempo para sermos a mulher que normalmente está aprisionada dentro de nós, sem tempo para mostrar a nossa verdade. É preciso ter muito “peito” para soltar a nossa mulher e estampá-la na Marca Pessoal, além de muito tempo dedicado ao autoconhecimento para poder entender o que é ser mulher.

Silvana Lages, você conseguiu…. Não!!! isso é um processo em constante evolução!!! Mas, posso garantir que todos os dias tenho evoluído e muito. Além disso, estou me tornando muito mais experiente com estes desafios. Ainda erro muito, mas são erros muito importantes no meu processo de aprendizagem pois eles me impulsionam no meu processo de busca.

Para mostrar que todos os esforços valem a pena, deixo abaixo uma galeria de imagens que retratam este meu contínuo processo de amadurecimento. Isto me faz forte e feliz pois neste processo descobri que minha missão de vida é empoderar mulheres. Por isso, nunca poderei desistir porque tem muitas mulheres que se inspiram na minha jornada para seguirem firmes na caminhada de encontro ao seu “ser Mulher”.

IMG_5366IMG_5359Fino_Traje_(157)Fino_Traje_(177)-6744-Edit-6811-EditSILVANA_ESTUDIO-144SILVANA_ESTUDIO-118

Preciso frisar que Marca Pessoal não se limita somente `a sua Imagem pessoal. Ela é, sim, um importante elemento da Marca Pessoal, mas existe um processo muito maior que o desenterrar da sua essência que são os elementos muito bem citados pelo grande Mestre Arthur Bender, em seu livro Personal Branding: o seu estilo pessoal; a sua postura profissional; a sua linguagem corporal; o que você escreve;  como você se relaciona; onde você mora; sua casa; seu carro; o que você come/bebe /usa; seu estilo de vida; os lugares que você frequenta; o seu hobby; o que você defende; seus amigos; suas atitudes e relações; sua postura nas redes sociais; o que você fala; como fala; onde fala; com que fala; como ouve; sua profissão; sua empresa; seu ambiente de trabalho; seus objetos; seus livros; os cursos que faz; as viagens; as suas experiências e sua reputação.

Caso queira aprofundar, seu conhecimento a respeito, acesse o seguinte link: https://www.facebook.com/SilvanaLages.Coach/videos/614280748766325

Mas, “Afinal, qual deve ser a Marca Pessoal da Mulher? “.

Acho que será difícil termos apenas uma resposta pois tudo ainda está se formando e acomodando no universo feminino, mas, com certeza, não poderão faltar: ética, leveza, beleza, alegria, criatividade, espontaneidade, seriedade, amor, autenticidade, feminilidade, dedicação e muito profissionalismo.

Não importa se você for uma Gari ou uma CEO de uma empresa. Sem trabalhar a sua Marca Pessoal será muito mais desafiante fazer sucesso neste mundo que clama por autenticidade e vemos muitas iguais.

Tenha coragem de ser você. Não será um processo fácil, mas é totalmente possível e quando você chegar lá pode ter certeza que o trem da vida entra nos trilhos e a sua viagem será muito mais gostosa.

Atreva-se

Permita-se

Reinvente-se

Ouse

Permita-se ser feliz

Seja Você

Seja única
Empodere-se
Valorize-se

 

Sobre a Autora:

Silvana Lages

Silvana Lages é uma mulher sonhadora que acredita nas pessoas e por isso as auxilia a nunca desistirem de seus sonhos porque sua experiência de vida lhe mostrou que é de sonhos em sonhos que subimos os degraus da vida e crescemos como seres humanos.
A cada pessoa que auxilia a se sentir inteira com a descoberta de seu verdadeiro eu, ela também se sente mais inteira e mais feliz por estar cumprindo a missão de vida que lhe foi destinada. Para conhecer melhor o seu trabalho visite o seu site www.silvanalages.com.br

 

be memorable1

Como Ser Lembrado…ou esquecido. O Poder da Sua Marca Pessoal

By | Sem categoria | No Comments

 

Introdução

Em todo o mundo, é cada vez maior o número de profissionais preocupados com o  fortalecimento da marca pessoal, pois perceberam que ela abre portas na vida profissional e pessoal.

Em uma entrevista de emprego, por exemplo, as corporações avaliam não somente o currículo e as habilidades do candidato, mas também o seu comportamento durante a conversa. Antes de promover alguém, as empresas analisam, além da sua experiência profissional, o seu comportamento, sua comunicação interpessoal e sua inteligência emocional. Estes pontos são cada vez mais valorizados e, algumas vezes, podem ser o critério para sua carreira deslanchar ou estagnar.

Portanto, investir no desenvolvimento da sua marca pessoal tornou-se essencial, principalmente neste momento, em que a situação econômica do país está difícil e a concorrência cada vez mais acirrada.

E aqui eu tenho que falar uma coisa que pode ser uma grande surpresa para você.

Você já possui uma Marca Pessoal!

Sim! As pessoas ao seu redor já possuem uma percepção das suas características, tanto boas, quanto ruins. E isso reflete diretamente como as pessoas se comportam com você no âmbito social e profissional.

Por outro lado, em relação ao marketing pessoal, é interessante notar como a maioria dos profissionais já conhece sua necessidade, e mesmo assim não fazem nada a respeito. Muitos por não saberem como e outros pelo receio de parecerem arrogantes.

Mas o marketing pessoal bem feito faz com que você seja notado por suas qualidades, habilidades e competências, desenvolvendo e fortalecendo sua marca. E você não deve confundir humildade com anonimato.

Quer exemplos práticos?

Você já viveu situações em que fez tudo certo, e, apesar disso, alguém que tinha a mesma função dentro da empresa e exercia as mesmas atividades ou responsabilidades foi promovido, recebeu aumento de salário e freqüentemente é citado como exemplo, enquanto você nem ao menos é lembrado?

Ou, ao contrário, abre uma vaga de gestor em sua empresa, você tem um currículo tecnicamente perfeito, mas outra pessoa com menos certificações é escolhida?

Sabe por que isso acontece?

O 1º caso você pode não ter conseguido mostrar da forma correta os seus resultados, ou seja, não trabalhou direito o seu Marketing Pessoal; e no 2º caso, mesmo você sendo ótimo tecnicamente, a sua reputação na empresa era de uma pessoa autoritária e intransigente, o que dificultava seu relacionamento com seus pares. Ou seja, você possui uma Marca Pessoal que impossibilitou sua ascensão profissional.

Consegue perceber a diferença entre os dois casos?

A marca pessoal é o conjunto de características psicológicas, morais e comportamentais que fazem com que você se diferencie das demais pessoas. No fundo, ela é a sua essência, algo único que você possui e que os outros reconhecem. Ela envolve a reputação que você constrói em torno de seu nome e ao se relacionar com as outras pessoas.

E o Marketing Pessoal é o conjunto de estratégias e ações utilizadas para obter mais visibilidade às suas características, habilidades e competências. Em resumo, é o que você faz para desenvolver e consolidar sua marca pessoal.

Mas como desenvolver a sua marca e como usar o marketing pessoal para consolidá-la? Como são duas áreas diferentes, vou passar alguns passos essenciais para que você possa trabalhar ambas.

Parte 1 – Autoconhecimento

Os especialistas costumam dizer que a marca pessoal é da essência à aparência. Uma marca poderosa é consequência de um autoconhecimento profundo, um olhar consciente e crítico sobre si mesmo, bem como do resultado das suas interações pessoais e profissionais.

Daí a importância de você investir um tempo para distinguir os pontos que compõem a sua marca e, ao mesmo tempo, observar como você a expõe no seu dia a dia. Como a maioria das pessoas não possui a consciência de como fazer tal coisa, eu separei um conjunto de dicas e exercícios práticos para começar a perceber (ou reforçar) a sua marca pessoal.

Você deve começar se perguntando:

Sua marca pessoal é aquela que você deseja? Ela reflete sua essência? Você se vê como as pessoas te veem? Vamos entender como trabalhar para melhorar isso.

  1. a) Identifique os seus Pontos fortes e fracos

Ao longo da sua vida profissional você desenvolveu um conjunto de habilidades que o tornam único e que deve contribuir para a sua marca pessoal. Você deve fazer um inventário de todas essas competências (técnicas e comportamentais) e dos seus talentos. Como não temos o hábito de cultivar esse olhar interno, pode ser que você sinta alguma dificuldade em elaborar essa lista. Se for o caso, aqui vão algumas perguntas para te ajudar:

O que você faz muito melhor do que os outros?

Quais atividades você realiza sem ver o tempo passar?

Que atividades você aprendeu muito rápido, e logo estava imaginando novas maneiras de realiza-las de forma mais rápida e eficiente?

  1. b) Quais são os seus Valores mais importantes?

Os seus valores compõem sua identidade e estão por trás de todas as suas decisões, às vezes de forma inconsciente. Portanto, você precisa definir quais são os valores que deseja comunicar para as pessoas.

Pense sobre os princípios que são de extrema importância para você, que refletem nos seus relacionamentos pessoais e profissionais, que guiam suas atitudes e comportamentos.

Um exercício que pode ajudar é listar 5 pessoas que você admira muito, sejam elas amigos ou famosos. Liste o por que você as admira. Todo ser humano busca seus semelhantes, por isso, admiramos pessoas que possuem os mesmos valores que os nossos. Por meio desse exercício, você terá uma ideia do que é mais importante para você.

  1. c) O que já falam de você

Qual é a imagem que você possui hoje? É essencial você saber o que pensam e falam de você para saber o quanto a sua marca atual corresponde ao que você deseja passar às pessoas. Assim, você poderá realizar os ajustes necessários.

Peça ajuda aos seus amigos, familiares, pares e gestores (atuais e antigos), pois as pessoas do nosso convívio tem uma visão mais clara de quem nós somos. Elabore um pequeno questionário de feedback e envie para no mínimo 10 pessoas. Aqui estão alguns exemplos de perguntas que você pode fazer para eles:

Para qual atividade/assuntos você pediria minha ajuda?

Quais são os meus Pontos Fortes (competências, talentos ou habilidades)

Quando você pensa em mim, qual a primeira característica que vem na sua mente?

Quando você obtiver as respostas, compare com a marca pessoal você deseja passar e identifique os pontos de melhoria.

  1. d) Qual é a Sua Marca Pessoal?

Ok, agora compile todas as características obtidas nos exercícios anteriores e escolha quais são os pontos que você considera a sua marca pessoal. Podem ser quantos você quiser, mas leve em consideração o mercado e os ambientes em que você atua. Outro ponto a considerar é que, quanto mais características você quiser incluir, mais difícil será implementar no seu dia a dia.

Eu sugiro que, para começar, você se limite a 5 ou 6 no máximo. Essas características devem realmente refletir quem você é, ficando aparentes para qualquer pessoa que você venha a conhecer ou que já conheça.

Elas compõem a sua Marca Pessoal.

Parte 2 – Como você quer ser visto e lembrado?

Agora que você já conhece a sua Marca, você deve saber como desenvolvê-la e consolidá-la junto aos seus relacionamentos. Isso é obtido a partir do gerenciamento das  estratégias e ações que você vai utilizar.

O gerenciamento da sua marca consiste em você promovê-la através da sua comunicação presencial e online, explorando todas as ferramentas disponíveis, sejam mídias sociais, networks, eventos, etc.

Isso demanda planejamento, cuidado, atenção e disciplina de sua parte. Mas os resultados compensarão, pode ter certeza. A seguir, veremos algumas destas estratégias que você pode colocar em prática no seu dia a dia.

  1. a) Fique atento as oportunidades

Muitas vezes omitimos nossa opinião por medo do julgamento alheio, seja em uma roda de amigos ou numa reunião de trabalho. Essa é uma ótima maneira de não cultivarmos nossa marca pessoal. Sempre que você identificar uma oportunidade de mostrar o que sabe ou emitir uma opinião balizada em seu conhecimento ou em suas habilidades, faça isso. Aqui eu cito alguns exemplos de situações práticas onde você pode mostrar seus pontos fortes de maneira assertiva, sem ser arrogante:

Persuasão: contar ao gestor como desenvolveu bem uma negociação em que a empresa ganhou um contrato

Resolução de conflitos: intermediar uma discussão entre colegas

Acolhimento: perceber um colega triste ou incomodado e ir perguntar se está tudo bem

Planejamento: citando algum erro em algum projeto que o restante da equipe não viu

  1. b) Cuide da sua imagem online

Eu fico impressionado como as pessoas sabem que devem se vestir e se portar adequadamente de acordo com o ambiente que frequentam, mas, infelizmente, não levam essa sabedoria para o mundo online.

É muito comum vermos pessoas “gritando” opiniões radicais e brigando nas timelines com quem não concorda com elas; publicando fotos de momentos embaraçosos ou usando as redes como “muro das lamentações”; outros parecem querer mostrar para a sociedade que levam uma vida perfeita, que todos sabemos que não existe.

Todas estas atitudes dizem muito sobre você. E não se iluda, pensando que headhunters, gestores ou clientes não vão olhar sua timeline pessoal antes de contratar você ou comprar seus produtos e serviços.

O ambiente digital é um ótimo lugar para você ganhar visibilidade boa ou ruim. Se for usado de forma inteligente, muitas oportunidades podem surgir. Feliz ou infelizmente, devido ao grau de conexão em que estamos inseridos, tornou-se impossível dissociar nossa imagem física da online. Se você deseja desenvolver uma marca poderosa, que alavanque sua carreira, deve se preocupar com o que publica.

  1. c) Saiba falar e escrever corretamente

Essa dica parece muito óbvia, mas, infelizmente não é. No nosso mundo altamente conectado, cheio de termos técnicos, siglas e abreviações em mensagens de WhatsApp e Facebook, tornou-se evidente o descuido e o desconhecimento das regras do português.

E, se você quiser passar uma imagem profissional e competente é essencial saber se comunicar de forma correta, seja conversando ou escrevendo. Portanto, se essa é uma deficiência, busque saná-la o mais rápido possível.

 

  1. d) Tenha uma rede de contatos ativa (ou aquecida)

Possuir uma rede contatos profissionais é imprescindível, nos dias de hoje, seja para alavancar sua carreira ou sua empresa. O networking, mais do que trocar cartões, é a chance que você tem de se fazer notar e aproximar-se de profissionais interessantes.

O primeiro passo é quem você vai incluir na sua rede. Você deve fazer uma pesquisa de mercado para identificar quem são os profissionais que você deseja conhecer, onde eles trabalham e por que seriam contatos interessantes.

Essa busca não deve ser aleatória. É essencial que você tenha feito antes o seu planejamento de carreira, pois a escolha dessas conexões será baseada em pessoas que possam alavancar esse planejamento.

Mas para que essas pessoas sejam contatos valiosos, que se sintam seguras para te contratar ou indicar, existe a necessidade de você criar um relacionamento com elas. E isso não se consegue simplesmente ligando para a pessoa sempre que precisar de emprego.

Conecte-se com esses profissionais no Linkedin e, se eles forem da sua cidade, marque um almoço ou café para conhecê-los profissionalmente. Se a agenda não permitir, marque um Skype. E prepare-se para conduzir a conversa, uma vez que foi você quem a solicitou.

  1. e) Cause uma ótima 1ª impressão

Esse item complementa o anterior, pois de nada adianta contatar pessoas estratégicas se você também não se mostrar interessante para elas. O melhor networking segue a política do ganha-ganha.

Sabemos que a nossa imagem começa a ser construída na mente das pessoas a partir do 1º contato que temos com elas. É a famosa boa 1ª impressão. E, mesmo assim, ainda é grande a quantidade de pessoas que não sabem como fazer isso. A maioria pensa que basta se vestir de maneira adequada à ocasião, sorrir, olhar nos olhos, etc.

Essas coisas são importantes, mas você precisa buscar maneiras de ser lembrado pelas pessoas, pois isso facilitará a continuação do relacionamento posteriormente, fortalecendo sua rede de contatos.

Para isso é necessário que você saiba gerar conexão e interesse na outra pessoa durante a conversa. Aqui vão alguns pontos que você deve considerar quando conhecer pessoas novas (ou se relacionar com quem já conhece):

Seja Positivo

Você já reparou que ao conversar com uma pessoa que fica reclamando o tempo todo de tudo, falando mal dos outros, visivelmente mal humorada e estressada, saímos cansados, como se tivessem sugado nossa energia?

Por outro lado, quando conversamos com alguém que sorri o tempo todo, fala de forma otimista sobre tudo, procura ver o lado bom da vida, saímos energizados e contentes por ter desfrutado daqueles momentos?

Pois é, ninguém gosta de se relacionar com gente pessimista e mal humorada. Portanto, se você deseja que as pessoas gostem da sua companhia e se lembrem de você, seja positivo e otimista.

Se Interesse pelas Pessoas

Todo ser humano adora ser ouvido. Quando estiver conversando com alguém, demonstre interesse sincero nos projetos pessoais e profissionais dessa pessoa. Preste atenção ao que ela diz, não fique apenas esperando uma pausa para atalhar com a sua própria opinião.

Ajude antes de pedir ajuda

Já comentei antes do valor da reciprocidade, que é o desejo de retribuir qualquer ajuda que recebamos. Tendo isso em mente, sempre busque, sinceramente, maneiras de ajudar as pessoas.

Por exemplo, quando conhecer pessoas em eventos, procure descobrir as suas preferências e fazer algo por elas. Ações informais, como indicar um bom livro ou filme, relacionado ao assunto que vocês estão conversando, indicações de restaurantes, cabeleireiros, lojas, também podem ser úteis. E você ainda pode usar isso para criar um novo encontro ou conversa. Lembre-se que você precisa se relacionar com as pessoas para imprimir sua marca na lembrança delas.

Mesmo que não consiga fazer isso no primeiro contato, fique atento para futuras oportunidades. Veja bem, não significa ser interesseiro, e sim, possuir um desejo sincero de ser útil. Assim, quando você precisar, tem grandes chances de ser ajudado.

 

 

Conclusão

Todas essas dicas são simples de serem praticadas, mas requerem um pouco de disciplina e treinamento. Também é importante que você sempre reavalie os impactos que está causando e o feedback das pessoas. Assim, você verifica se os seus esforços no desenvolvimento da sua marca estão dando resultados e se estes resultados estão de acordo com o que você deseja.

Uma marca poderosa, desenvolvida a partir da sua essência, e gerenciada com estratégias e  ações consistentes, pode gerar uma reputação sólida, alavancar sua carreira ou empresa e posicioná-lo como referência em sua área de atuação. Pense nisso.

* Artigo escrito por Eduardo Correa

Coach de Mudança de Carreira, especializado em ajudar profissionais insatisfeitos, frustrados ou estagnados a escolherem uma nova área de atuação dentro da própria profissão ou em outra diferente, mais alinhada com as Habilidades que possuem e com sua Personalidade.

 

 

beoriginal

A Cultura do Imediatismo

By | Sem categoria | No Comments

Por Gerson Ferreira

Em 1998, Nicholas Negroponte, chairman do MIT Media Lab escreveu em um artigo na Wired Magazine a seguinte frase: “Como o ar e a água para beber, ser digital será notado somente na ausência e não na presença”. Sim, ele previu a realidade de hoje 19 anos atrás. A tecnologia digital antes era um recurso, uma coisa do lado de fora das nossas vidas, mas hoje ela é o pano de fundo no qual estamos entrelaçados.

Entre tantas consequências que essa realidade provoca em nossas vidas, gostaria de citar três que tenho percebido e refletido sobre seu impacto nas nossas vidas e, principalmente, nos nossos relacionamentos. Vamos lá:

Ser o dono da verdade.

Há uma enorme diferença entre ter uma opinião sobre um tema e determinar uma “verdade absoluta” sobre o mesmo. A capacidade de ser coerente somado ao excesso de informação acessível por um click, transforma muitas pessoas em verdadeiros mestres. Chegam até a prever o que acontecerá no futuro, mas ao contrário do Nicholas Negroponte citado acima, erram feio. E se acertam, é por pura obra do acaso.

Defender a verdade sobre um tema é difícil porque sempre há um contexto e fatores influenciadores, quanto mais determinar o futuro. Se há algo maravilhoso no que estamos vivendo atualmente é justamente a diversidade de informações e opiniões. A riqueza está em conseguir fluir em meio as várias faces de um mesmo tema e aprender por meio dessa experiência.

Se há uma coisa chata é estar ao lado de alguém que sabe muito de tudo. Cuidado em prever o futuro. Se até os especialistas erram, imagine eu e você. Vou compartilhar um exemplo citado no livro Organizações Exponenciais, pag.26, onde os autores relatam algumas previsões furadas de renomadas consultorias.

Uma dessas citações diz que “no início da década de 80, a McKinsey & Company aconselhou a AT&T a não entrar no negócio de telefonia móvel, prevendo que haveria menos de um milhão de telefones celulares em uso em 2000. Na verdade, em 2000, havia 100 milhões de telefones celulares. McKinsey não só errou 99% em previsão, como a recomendação também impossibilitou a AT&T de se engajar em uma das maiores oportunidades de negócios dos tempos modernos”. Cuidado! Nossas verdades, mesmo sendo coerentes, podem estar erradas. Pondere, contextualize tudo e lembre-se que texto fora do contexto é pretexto para heresia.

Ser superficial em praticamente tudo.

Ser superficial em praticamente tudo é uma consequência sobre o que você acabou de ler. A tecnologia digital proporciona acesso instantâneo à um mundo de informações, dados e opiniões. Mas não temos tempo e nem mesmo capacidade para assimilar tudo. Isso nos provoca uma grande frustração e muitas vezes nos encontramos em uma busca árdua e infrutífera para encontrar tempo para absorver tudo.

Lendo uma entrevista do Peter Drucker obtive uma dica poderosa e entendi que também devemos fazer escolhas quando o assunto é informação. O entrevistador, ao perguntar ao pai da administração moderna, como ele fazia para entender em profundidade assuntos tão distintos, ele respondeu que todo ano escolhia três temas diferentes e passava a estudá-los em profundidade nos 12 meses seguintes.

Ao invés de convivermos com o sentimento de que sempre falta tempo para absorver o necessário, que tal trocarmos o volume pela qualidade de conhecimento adquirido. Não é fácil pela contínua tentação de absorver tudo, mas pense melhor sobre isso. É melhor pescar seu próprio peixe do que repassá-lo do jeito que lhe entregaram.

Ter dificuldade em interagir com outro ser humano.

Nossa capacidade de expressão corporal ficou limitada aos dedos. As pessoas estão tendo dificuldade em se expressar com os olhos e com o corpo já que estamos centralizando cada dia mais nossas comunicações por mensagens de texto. Estamos tão envolvidos com as telas que a postura de algumas pessoas está ficando arqueada por caminhar interagindo com o smartphone.

De acordo com a pesquisa Deloitte Mobile Consumer Survey 2016, 80% dos entrevistados admitem usar o smartphone enquanto estão no meio de uma conversa com amigos. Um amigo executivo de uma grande empresa compartilhou a dificuldade de um profissional da sua equipe, em deixar de responder as constantes mensagens particulares nos grupos do Whatsapp no período de trabalho. Por mais que tenha sido alertado e aconselhado, não conseguiu se desprender do aplicativo e acabou tendo que procurar outro emprego.

Outro exemplo sobre a influência do smartphone em nossas vidas, surgiu durante um workshop que realizei para profissionais de marketing. Um dos participantes compartilhou que algumas pessoas da sua equipe preferiam resolver os assuntos, mesmo que mais complexos, por mensagem de texto ao invés de pegar o telefone ou ir até o interlocutor pessoalmente para resolver a questão – isso gerava um tempo muito maior para encontrar a solução, ou seja, baixa produtividade e agilidade na solução de problemas.

Refletindo sobre as três consequências que a tecnologia tem provocado em nós, fica a pergunta:

Que tipo de ser humano queremos ser?

O fato é que estamos ligados no modo urgente o tempo todo. Tudo tem que ser rápido. A conexão tem que ser rápida, a comida tem que ser fast, os artigos devem ser curtos e os resultados tem que ser conquistados hoje, agora. Segundo Augusto Cury no livro Ansiedade – Como enfrentar o mal do século, “muitas pessoas conhecem muitos nas redes sociais, mas raramente conhecem alguém a fundo e, o que é pior, raramente conhecem a si mesmas”.

Se não nos conscientizarmos que precisamos exercitar não só os músculos e a mente, mas também as expressões, o contato pelo olhar, a maneira como gesticulamos e nos comunicamos e desacelerar, corremos o sério risco de nos tornarmos robóticos. Se muitos de nós, segundo Augusto Cury, não nos conhecemos e se estamos sendo superficiais demais, só nos resta tentar esconder isso assumindo o personagem do dono da verdade. Esta “persona” nada mais é do que uma máscara para esconder nossa deficiência em sermos originais, autênticos.

E nesse contexto, longe de querer decretar uma regra e sendo genérico, acredito que existam pessoas que assistem tudo sem se comprometer com nada, ou seja, procuram a segurança e conquistam a estagnação. Existem pessoas que desejam estar na frente o tempo todo e vão surfando as novas ondas sem saber para onde estão sendo levadas – até porque não há tempo para buscar respostas e o que importa é estar na onda, se jogar naquela que parece boa. E existem pessoas que possuem um sentido claro de realização e se movimentam para desenvolver competências, estratégias e transferir conhecimento para ações que efetivamente gerem resultado.

Esse último perfil compreende a importância do foco e reconhece que saber de tudo sem profundidade não sustenta suas ambições. São pessoas que desconsideram formações de final de semana que prometem transformar sua vida como em um passe de mágica. Esse perfil sabe o valor do conhecimento específico adquirido por meio do aprendizado sistemático, pela prática diária e pelo aperfeiçoamento no decorrer do tempo. Não há fantasia, a realidade é que se nós queremos ser reconhecidos temos que nos dedicar, aprender, sermos humilde e desaprender, ouvir as críticas, assimilá-las e absorver o que importa. Errar uma, duas, três ou quantas vezes for necessário sem perder de vista a visão de futuro.

A tecnologia digital nos envolveu em sua rede e provocou o nascimento da cultura do imediatismo. Muitas pessoas, independentemente da sua geração, umas mais outras menos, estão sendo impactadas por essa cultura superficial. Precisamos assimilar que sempre haverá pessoas mais e menos bem-sucedidas do que eu e você, pessoas mais sábias e menos sábias do que eu e você, pessoas com mais e menos bens materiais e recursos financeiros do que eu e você. Mas a capacidade de adquirir e aplicar conhecimento é igual para todos, o fato é que existe um preço para isso. Não existe gente incompetente. O que existe é acomodação, paralização, ausência de foco e embriaguez pela cultura do sucesso expresso. Não que esse tipo de sucesso não exista, mas o fato é que são raros e escassos.

Vivemos em uma época de transformações. E se você acha que isso está acontecendo do lado de fora da sua janela, fique esperto. Arrisco dizer que ou seremos transformadores ou seremos transformados sem ao menos entendermos como isso aconteceu. “Se você quiser vencer, precisa pensar de maneira diferenciada sobre suas habilidades e como usá-las da melhor forma possível” diz Sir Ken Robinson em seu livro Libertando o Poder Criativo. Ele diz também que “todas as pessoas têm uma imensa capacidade criativa, consequência natural da condição humana. O desafio está em desenvolver essa capacidade. A cultura da criatividade precisa envolver a todos e não apenas alguns eleitos”.

Talvez esteja na hora de resgatar o ser mais humano em detrimento do tecnológico. O que você acha de trocar a cultura do imediatismo pela da criatividade? Ser autêntico e negar os padrões que o mundo lhe impõe?

Quero convidá-lo a exercitar sua habilidade de criar, expressar, decidir, tendo como referencial o que lhe proporciona sentido de realização. Se tomar a decisão errada, seja flexível e resiliente. Não permita ser levado pela correnteza de informações, opiniões alheias e previsões que a tecnologia digital proporciona. Aprenda, ouça, pondere, seja humilde e não deixe a cultura do imediatismo influenciar você. Ao contrário, seja você o influenciador. Acredite. Ouse viver todo seu potencial.

 

Se você ficou interessado em conhecer outros artigos, por favor acesse http://www.bronzebranding.com.br/todos-os-artigos/ ou https://br.linkedin.com/in/gersonf 

 

Gerson Ferreira – gestor da Bronze Branding, uma consultoria que nasceu para ajudar organizações e pessoas a sustentar relevância por meio da plenitude da identidade.

dicas e ferramentas - reputação online

Dicas e Ferramentas Práticas para a Gestão da sua Reputação Online

By | Sem categoria | No Comments

Por Daniela Viek

Você sabia que você é uma marca?

E não apenas empresas ou produtos detém reputação, você também!

Segundo dicionário: Reputação é o conceito obtido por uma pessoa a partir do público ou da sociedade em que vive; possuir nome ou prestígio; bom ou mau conceito; opinião já fundamentada sobre qualquer coisa; ação ou efeito de reputar, ter em consideração.

A reputação é um ativo que devemos nos preocupar a cada dia, pois ela chega antes de nós, seja na internet, nas reuniões de negócio ou nas conversas entre parceiros. Mais do que se preocupar com o que os outros dizem a nosso respeito, precisamos nos preocupar com nosso caráter, o caráter está na marca pessoal, em quem somos, todavia, a reputação também, ela está associada diretamente aos nossos comportamentos, atitudes, discursos e práticas ao longo do tempo, percebida pelos públicos aos quais interagimos.

Há 3 pilares que trabalhamos dentro dos estudos e práticas do Personal Branding: Identidade, Imagem e reputação e neste artigo quero me dirigir especificamente à reputação nos meios digitais, ou seja, sua reputação online.

O avanço da tecnologia tornou a internet disponível para a grande maioria dos brasileiros. Seja em aplicativos móveis ou em computadores, no trabalho ou em casa, o Brasil é um país altamente conectado, com mais de 110 milhões de pessoas acessando a internet diariamente – aproximadamente 54% da população do país – e, com isso, a internet se torna parte integrante e inseparável da vida de qualquer profissional.[1]

Com isso, a importância de gerenciar a sua marca e cuidar da sua reputação online pode já não ser nenhuma novidade para a maioria dos empreendedores e profissionais. Você sabia que, segundo a Opinion Research Corporation, 75% dos brasileiros fazem uma pesquisa na internet antes de decidir contratar um funcionário? Mais ainda, cerca de 70% dos recrutadores já optaram por não contratar alguém, com base no comportamento online dessas pessoas – e 8% dos brasileiros já perderam o emprego ao menos uma vez por conta de um posicionamento negativo na internet.

Mas quais são as melhores ferramentas e estratégias para cuidar da sua reputação e manter uma boa presença online? Se ainda restam dúvidas quanto a isso, não se preocupe! A seguir, eu vou compartilhar ‘algumas dicas’ importantes para que você aproveitar ao máximo tudo o que a internet pode oferecer para aprimorar a sua presença na rede.

1 – Configure um alerta do Google

O Google possui uma ferramenta gratuita bastante interessante: O Google Alerts. Com essa ferramenta, você pode acompanhar em tempo real quando as pessoas citam a sua marca – ou até mesmo a de um concorrente. Isso permite uma maior interação com seus clientes, além de facilitar o gerenciamento de uma possível crise.

E configurar o seu alerta é muito fácil! Basta clicar aqui e informar ao Google a periodicidade em que deseja receber as atualizações.

2 – Use o Mention

A Mention é uma plataforma de monitoramento em tempo real, que permite que você acompanhe o que está sendo dito a respeito de um assunto em sites e redes sociais. Você também poderá conectar as suas redes sociais na Mention e responder diretamente a comentários ou postagens. Mais ainda, é possível também criar alertas e receber notificações sempre que alguém citar as palavras-chave que você escolher.

3 – Monitore websites com o Buzzsumo

O Buzzsumo é uma plataforma online muito parecida com a Mention, mas focada exclusivamente em websites – e não em redes sociais. Com uma conta gratuita, você poderá conferir os conteúdos mais compartilhados sobre uma determinada palavra-chave – incluindo infográficos, postagens, vídeos, etc. Caso deseje, é possível também contratar um plano premium para ter acesso a um conteúdo maior e mais detalhado.

4 – Gerencie seus canais sociais com o Buffer

O Buffer é uma plataforma online para desktop e dispositivos móveis, criada para você gerenciar diversas redes sociais e contas em um só lugar. A interface é extremamente simples e intuitiva, e permite que você programe postagens e acompanhe interações em tempo real. Além disso, o Buffer também fornece sugestões de conteúdo sobre marketing, negócios, empresas e muito mais.

5 – Use o Followerwonk para obter estatísticas do Twitter

O Followerwonk permite que você descubra se está conectado com as pessoas certas e sugere novas conexões com base nos seus interesses. A ferramenta está disponível online e permite que você compare bios do Twitter, usuários e seguidores – e ainda fornece um relatório que informa a atividade, a localização e muitas outras informações a respeito dos seus seguidores.

6 – Melhore sua presença na web com o Simply Measured

Imagine uma ferramenta que te permite analisar o Facebook, Twitter, Instagram, Vine, Google + e até mesmo websites, tudo isso em um só lugar e com dados retirados diretamente do Google Analytics. É exatamente isso a Simply Measured faz! Com essa plataforma, você pode acompanhar o desempenho de suas redes sociais ou websites, para que você seja capaz de aumentar ainda mais os seus acessos.

7 – Gerencie a sua marca com a BrandYourself

A BrandYourself é uma ferramenta altamente recomendada para monitorar uma marca. Ela é simples e bastante completa, e permite que você acompanhe o desempenho da sua marca ao longo do tempo – e a plataforma ainda fornece dicas de como melhorar os seus resultados em mecanismos de busca.

A versão gratuita da BrandYourself permite que você gerenciar até três perfis, enquanto a versão premium permite que você gerencie uma quantidade ilimitada de perfis.

8 – Tenha Indicadores com o Klout

O Klout é um serviço online que mede a influência das pessoas nas redes sociais e confere a elas uma nota de 0 a 100. Qualquer um que tenha uma conta no Twitter automaticamente é ranqueado e quanto mais serviços você associar ao Klout (Facebook, Foursquare, LinkedIn, Google+ e outros), melhor ele vai poder medir sua influência.

Administrar uma marca na internet não é uma tarefa fácil, mas com essas dicas você estará pronto para ‘dar o primeiro passo’ rumo ao gerenciamento da sua reputação online. Nunca deixe de buscar mais informações sobre as melhores práticas online, para evitar problemas, e evite postagens negativas ou críticas desnecessárias ou agressivas a outros profissionais.

Você gostou destas dicas? Em breve escrevo mais a respeito. Então compartilha nas redes para que outros profissionais também adotem esses métodos. E você? O que mais tem feito para cuidar da sua marca online? Quais ferramentas você utiliza e recomenda para acompanhar a sua marca? Conta para a gente aqui abaixo nos comentários!

Confira também a live sobre o assunto na fanpage do PBBrasil.

[1] http://personalbrandingbrasil.org/mercado-de-personal-branding/

Artigo_02_imagem_-_Como_levar_o_Marketing_Pessoal_para_seus_clientes

Como levar o Marketing Pessoal para seus clientes

By | Sem categoria | No Comments

Com 15 minutos diários podemos fazer muita diferença em como queremos que nossos clientes sejam reconhecidos pelo mercado pelo marketing pessoal, mas tudo começa por nós

Em 31 de agosto de 1997, Tom Peters lançava o primeiro artigo de marketing voltado para pessoas, na Fast Company, dos EUA, muito bem lembrado por Ana Paola Almeida, também integrante aqui do Pbbrasil.org em sua Live na nossa página do Facebook – confira AQUI.

Por lá ele já é adulto, porém, aqui no Brasil ainda uma criança, porque as pessoas não param para realmente pensar em como potencializar os resultados com o marketing pessoal.

Quero chamar você para uma reflexão: Você tem se dedicado para compor estratégias de marketing pessoal na sua vida ou tem deixado com que ela leve você por onde achar mais fácil?

Pois é, respostas de sim e respostas de não aparecerão agora como sinais do WhatsAPP de que há mensagens novas.

Sei que a correria do dia a dia muitas vezes nos faz deixar de fazer algumas atividades que deveriam ter sido finalizadas, mas deixar a marca mais importante deste planeta de lado não condiz com nenhuma justificativa.

Até mesmo em um acidente de avião (que Deus nos livre!), a máscara de oxigênio, ao cair em sua cabeça, deverá primeiro ser colocada em você e depois na pessoa que está ao seu lado, mesmo que ela seja seu filho, afinal, pense comigo, se você não está preparado para o que está prestes a acontecer, como vai ajudar outras pessoas a também se salvarem?

Vamos falar de você e da marca pessoal que pode potencializar ao cuidar dela todos os dias, durante 15 minutos diários. Já pensou em como pode potencializar seus ganhos e fazer com que as pessoas ao seu redor e que convivem com você possam lembrar seu nome ao relacionar o tema que você trabalha?

Se em 1997 começou a se falar no assunto, e tamanha a proporção, que hoje especialistas como eu utilizam estratégias de marketing pessoal para ajudar pessoas como você a se posicionarem no mercado, porque na correria do dia a dia você não dedica 15 minutos para se fazer reconhecer?

Nesta intenção, eu lhe convido para comigo, e outras tantas pessoas interessadas nelas mesmas em primeiro lugar, a dedicarem 15 minutos por dia para pensar e fazer marketing pessoal.

Como começar? Analise sua foto de perfil das redes sociais e dedique 15 minutos do seu tempo para escolher uma que melhor lhe represente. Ela é sua porta de entrada para novos negócios e conexões.

Depois, continue com as redes sociais e pense muito bem antes de postar ou compartilhar qualquer coisa. Pense em quem irá ler e ver: qual reação terá nas pessoas?

O excesso sempre irá lhe prejudicar, mas a falta levará para o mesmo resultado. Hoje, não é mais escolha não estar nas redes sociais, o que podemos escolher é em quais redes estar, e isso, depende muito do nosso objetivo profissional e pessoal.

Com simples estratégias, mas de impacto, com 15 minutos diários, iremos analisar nossas vidas e colocar em ação aquilo que muitas vezes não nos deixam perceber que colocamos de lado as oportunidades que chegam até nós.

E se fizermos para nós, é hora de levar até nossos clientes as mesmas reflexões e fazer com que eles sejam vistos pelo mercado que fazem parte.

Sucesso e até nossos próximos artigos aqui no Pbbrasil, onde reunimos profissionais e especialistas em Marca Pessoal, Marketing Pessoal e Personal Branding. Curta a nossa fanpage PBBrasil .

Adriano Tadeu Barbosa – Especialista, autor, professor e palestrante em Marketing Pessoal desde 2006. Supervisor supervisor do GBA Internacional Mercado de Luxo do ISAE Brasil em Paris. Fundador da Ponto Pessoal, primeira agência e revista digital no Brasil especializadas em Comunicação e Marketing para pessoas. Currículo completo em http://br.linkedin.com/in/adrianotadeubarbosa | Contato: adriano@pontopessoal.com.br

personal-branding-marca

Branding. Leve-o para o lado pessoal.

By | Sem categoria | No Comments

Acredito que marca é acima de tudo uma identidade e como tal, é formada por atributos que a tornam capaz de despertar admiração, confiança, preferência e valor econômico para um produto, serviço, organização ou pessoa. Organizar estrategicamente esses atributos, bem como outros elementos que compõe a identidade e que possibilitam gerenciá-la, é o que chamamos de branding.
Nesse artigo vou escrever sobre a importância do personal branding no contexto atual. Dizer que tudo está mais veloz, dinâmico e instável é chover no molhado, por isso vou descrever 12 consequências relacionadas ao cenário atual e que ficarão cada vez mais evidentes no decorrer do tempo.

1. O elemento diferenciador de um profissional passou do conhecimento para a atitude.
A facilidade com a qual acessamos informação facilita o desenvolvimento do conhecimento e isso tem afetado de forma crescente a maneira como as empresas estão recrutando e também o olhar pelo qual avaliamos um profissional no nosso dia a dia. Anos atrás, se uma amigo indicasse um arquiteto e ao conhecê-lo você fosse tratado com arrogância ou pouca atenção, talvez você engoliria seco e, pela dificuldade de encontrar outros, o contratasse apoiado na indicação. Isso mudou. Em primeiro lugar você pode acessar as redes sociais e encontrar uma quantidade muito maior de opções para comparar portfólios e informações técnicas relacionadas. Em segundo, também nas redes sociais, você pode pesquisar o que falam sobre esse profissional. Se hoje é mais fácil encontrar opções de bons profissionais, parece óbvio que não toleramos mais ser tratados com indiferença ou arrogância. A atitude passou a ser mais estratégica do que o conhecimento técnico, até porque tê-lo o transforma em mais um competidor, enquanto a atitude correta faz de você um profissional mais competitivo. Isso vale também para quem quer mudar de emprego. Empresas mais maduras na área de gestão de pessoas, consideram o comportamento, as atitudes e o valores pessoais, no mínimo com peso igual às competências técnicas.

2. As pessoas querem sentir-se realizadas
Há insatisfação quando as pessoas fazem sempre o mesmo do que não gostam. Em alguns momentos pode ser necessário nos submetermos a trabalhar com o que não nos satisfaz por necessidade. Não tem nada de errado com isso, mas o problema passa a existir quando esse período deixa de ser transitório e passa a ser uma realidade sem perspectiva de mudanças. O ser humano quer e precisa se sentir realizado. Buscar a realização está ligado a ter um propósito e isso passa longe da conformidade. As gerações mais novas são as que apresentam maior dificuldade em obedecer ordens sem entender o motivo. As pessoas vão se dedicar cada vez menos para o que não faz sentido para elas. O ser humano busca propósito porque quando chegar lá na frente, quer olhar para trás e ver que contribuiu para algo maior, ou seja, quer sentir-se realizado. É o sentido de propósito um dos fatores de recompensa intrínseca que faz com que o ser humano pule da cama com vontade de fazer acontecer.

3. As pessoas não pagam por um produto ou serviço. Elas pagam por algo capaz de transformar a vida delas para melhor.
Não me venda um carro, venda-me a facilidade do transporte com conforto e segurança. Focar na funcionalidade do produto ou serviço e não no benefício que ele proporciona é a tradicional miopia de marketing. Construir uma identidade (marca), onde os públicos de interesse reconheçam facilmente o benefício da sua oferta, é um dos desafios mais importantes em um projeto de personal branding. Identificar os benefícios que seu público valoriza é um meio para definir uma proposta de valor campeã. Se quiser se aprofundar nesse assunto utilize o Canvas da Proposta de Valor desenvolvido pela Strategyzer. Você vai encontrar mais detalhes no livro “Value Proposition Design. Como construir propostas de valor inovadoras”.

4. O departamento de RH dá lugar para a cultura do desenvolvimento humano.
Já faz algum tempo que o departamento de RH das empresas teve que deixar de ser operacional para ser estratégico. Em algumas empresas, o principal executivo dessa área está ao lado do CEO e não mais abaixo dele. Essa evolução ocorre pela importância do ser humano dentro das organizações. Em um mundo cada vez mais complexo, pessoas com capacidade para pensar diferente, desenvolver novas soluções para problemas antigos e se adaptar rapidamente a novos cenários, passou a ser não só estratégico, mas uma necessidade para continuar competitivo. Sim, o ser humano está em alta. Parece meio piagas dizer isso, mas é a pura verdade. As organizações precisam de profissionais com capacidade de idealizar novas soluções, identificar novas oportunidades, bem como maneiras mais eficientes de fazer o trabalho. Nesse contexto, o departamento de RH ficou no passado abrindo caminho para o desenvolvimento não de uma área, mas de uma nova maneira de pensar e trabalhar com o ser humano. A sua marca pessoal está alinhada com essa evolução?

5. Saber se conectar presencialmente será cada vez mais valioso.
É comum entrar em um local para tomar café e dar de cara com um grupo de jovens dividindo uma mesa em silêncio, enquanto seus dedos movimentam-se rapidamente sobre a tela do smartphone. Durante um workshop que fiz para um grupo de executivos de marketing, um participante compartilhou a dificuldade que ele estava tendo em fazer com que os mais jovens da sua equipe resolvessem determinados problemas com mais agilidade. Eles tentavam resolver por mensagens de texto e isso fazia com que as soluções demorassem mais do que o necessário para serem definidas. Outro ponto crítico é que quanto mais as pessoas interagem por meio de imagem e texto, mais dificuldades encontram para falar em público. O fato é que nada supera o bom poder de argumentação olho no olho. Nem mesmo a tecnologia mais moderna.

6. Desenvolver ideias originais capazes de gerar valor passa a ser essencial para o crescimento pessoal e profissional.
Ser criativo. Simples assim. Em seu livro “Libertando o poder criativo”, Ken Robinson afirma que todos podem ser criativos. O autor cita: “Todas as pessoas têm a imensa capacidade criativa, consequência natural da condição humana. O desafio está em desenvolver essa capacidade”. Se você acredita que ser criativo é privilégio de raros sortudos, esqueça. A criatividade está aí dentro de você. Vá atrás dela, repense sua marca pessoal, seu propósito e seus objetivos. Experimente ousar. Você vai se surpreender com o que vai descobrir quando se despir do receio de acreditar em suas ideias.

7. Ascensão do empregado com atitude de empreendedor.
Se você acha que não leva jeito para ser empreendedor e prefere ser um profissional dentro de uma organização, eu tenho uma notícia para lhe dar: se você não possui a vocação, trate de desenvolver a atitude empreendedora onde você trabalha. O que isso significa? É ser proativo, estar disposto e disponível para ir além do solicitado, realizar, fazer acontecer, oferecer ajuda sem precisar ser chamado. Entendeu? Não basta ser funcionário. Tem que ter atitude de empreendedor. Isso faz parte da sua marca pessoal?
8. Queda do superprofissional. Ascensão do trabalho colaborativo.
Aquele cara cujo escritório está no topo de uma torre de marfim e quando está em grupo olha todos com um olhar de superioridade, como se estivesse correndo o risco de se contaminar, só existe em contos ao lado da Cinderela e da Branca de Neve. Não há mais espaço para superprofissionais que querem ser os donos da grande sacada, da solução tão almejada. Os desafios estão cada vez mais complexos. Agrupar diferentes talentos e competências e promover um ambiente adequado para encontrar ideias valiosas é o grande desafio, até porque os problemas estão cada vez mais complexos para uma única cabeça pensante. Não interessa quem é o dono da ideia. O que importa é que ela seja encontrada. E rápido!

9. É o fim das carreiras profissionais.
Vivemos em um novo sistema onde as carreiras deixaram de existir. Ninguém mais entra para trabalhar em uma organização almejando se aposentar lá. A empresa é você. Não importa se você é autônomo, profissional liberal ou funcionário de uma organização privada ou pública. Se você é um empregado, lembre-se que se você não trabalhar sua marca pessoal, quando deixar o emprego, muitas pessoas com quem costumava tratar não o receberão simplesmente porque você não carrega mais o “crachá” da empresa. O personal branding passa a ser estratégico em um mundo de trocas e não mais de relações de dependência entre contratado e contratante.

10. Há algo em comum entre o personal branding e um porta aviões.
Por que um país investe em um porta aviões sem saber se um dia irá usá-lo? Pelo mesmo motivo que você deve investir na sua marca pessoal. Para se proteger. Enquanto o porta aviões protege as fronteiras de um país, a marca pessoal protege sua reputação. Você pode ser atingido por uma crise, uma ocorrência comprometedora, mas se a sua marca for consistente e estiver alicerçada sobre comportamentos, resultados e uma imagem positiva, a chance de conseguir uma rápida retomada estará acima da média. Lembre-se: todos nós estamos sujeitos a influência de fatores sobre os quais não temos controle.

11. Comprar a fama ficou mais difícil depois que o público descobriu o poder da intervenção.
As mídias sociais possibilitam que as pessoas opinem. Foi-se o tempo quando se comunicava o que queria sem receber feedback ou até mesmo retaliação. Hoje só há um jeito de conquistar o respeito e a atenção das pessoas. Sendo verdadeiro, honesto, transparente e fiel aos seus valores. Certamente não é todo mundo que vai concordar com suas ideias, mas certamente será respeitado e admirado por quem compartilhar da mesma opinião e reconhecer autenticidade na sua identidade. Quais são os seus valores? Quais alicerces sustentam a confiança nas suas relações?

12. As mídias sociais possibilitam que as pessoas dividam as mesmas opiniões, levantem e defendam bandeiras ideológicas comuns.
Pequenos grupos isolados ganham voz única pela conexão via rede. Ideologias e práticas comuns a grupos conectados ganham amplificação e influência na cultura de massa ou segmentada. Para construir uma marca hoje, seja ela de produto, organização ou pessoa, é necessário identificar essas culturas e suas ideologias. A era do push marketing ainda funciona em alguns casos, mas nem sempre nas mídias sociais. As pessoas não querem se relacionar com marcas que tentam convence-las do que é bom para elas, mas sim com marcas que compartilham da mesma opinião. Isso faz toda a diferença para ganhar engajamento.

Vamos explorar isso um pouco mais. Vamos considerar algumas personalidades e identificar a ideologia por trás da marca pessoal.
Gisele Bundchen:
• Ideologia da marca pessoal: Autenticidade.
• O que expressa: Sucesso é ser você mesmo. Proporciona um sentido de veracidade onde o bonito está em ser espontâneo e fiel a quem você é.
Martin Luther King:
• Ideologia da marca pessoal: Liberdade.
• O que expressa: Lute pelos seus sonhos. Proporciona um sentido de moralismo onde o que é correto e justo sempre vence.
Anthony Robbins:
• Ideologia da marca pessoal: Empoderamento.
• O que expressa: Autonomia mais autoconhecimento. Proporciona um sentido de escolha onde você deve se conhecer melhor para ser mais consciente das suas decisões e potencial.
Defender uma ideologia basta para construir uma marca pessoal plena? A resposta é não. Um projeto de personal branding deve considerar o equilíbrio de 3 fatores. O ser, fazer e gerar.
Imagine um triangulo sendo que em cada ponta está um desses fatores. A marca pessoal plena, representada nesse triangulo, deverá apresentar 3 lados iguais. Se um deles estiver maior ou menor, a marca pode estar comprometida e deve ser ajustada. Você deve estar se perguntando: Mas o que significa cada um desses fatores?
O fator “ser” compreende a personalidade, os valores, crenças, princípios e a autonomia.
O fator “fazer” está relacionado aos conhecimentos, habilidades e atitudes.
O fator “gerar” é a capacidade de oferecer valor por meio de um propósito e de uma ideologia.
Não adianta uma pessoa definir uma excelente proposta de valor sem ter claro quais são seus valores e princípios que funcionam como balizadores de conduta. Assim como também não é adequado ter valores enraizados, mas ser deficiente na capacidade de alcançar os resultados estabelecidos, comprometendo assim o fator FAZER.

Para consolidar o SER, FAZER e GERAR, o projeto de personal branding passa por 3 fases:
Fase 1: Investigação e análise.
Nesta fase a pessoa é convidada a se enxergar e avaliar sua personalidade, seus valores e elementos que constituem as relações de confiança. Neste momento também os concorrentes e benchmarks são analisados para mapeamento dos atributos que compõe as marcas no ambiente competitivo.
Fase 2: Definição de valor.
Este é o momento de definir e entender valor. É a hora de desenhar a visão de futuro, o propósito, bem como o conjunto de atributos, ou seja, associações capazes de gerar atratividade e reconhecimento para a marca. Esses atributos estão divididos em três segmentos:
• Atributos funcionais – relacionados à entrega principal do serviço prestado.
• Atributos relacionais – são os que definem a qualidade das relações com o mercado e com os públicos de interesse.
• Atributos auto expressão – são definidos por arquétipos e facilitam o entendimento das principais características da personalidade da marca.
Fase 3: Consolidação de valor.
Sem um plano de ação é difícil fazer acontecer. É chegada a hora de definir os objetivos, as metas e as estratégias, ou seja, como alcançar os resultados esperados. Nessa fase também são definidas as prioridades operacionais e estratégicas, bem como as métricas de desempenho.
Em resumo, trabalhar a sua marca pessoal em um projeto de personal branding é um desafio estratégico que envolve uma maior reflexão e atenção no entendimento de quem você é e quem deseja ser. É necessária uma capacidade analítica do ambiente competitivo no qual você está inserido e como construir reputação por meio de valores sólidos onde a confiança passa a ser um ativo intangível valioso e estratégico.
Afinal de contas, por que você deve levar o branding para o lado pessoal? Minha resposta é simples. Para buscar a realização pelo quem sou e pelo o que acredito. Mas também quero responder essa questão replicando as palavras de Dee Hock, fundador e CEO Emérito da VISA em seu livro “Nascimento da Era Caórdica”, onde ele escreve que se quisermos triunfar, precisamos avaliar nossos conceitos, ideias e percepções. Na minha opinião, a frase dele é uma perfeita definição do que é personal branding: “Precisamos pensar de maneira diferenciada sobre as nossas próprias habilidades e usá-las da melhor forma possível”. Simples assim.

Gerson Ferreira.
Fundador e gestor da Bronze Branding, uma consultoria que nasceu para ajudar organizações e pessoas a sustentar relevância por meio da plenitude da identidade.

personal_branding_five-_sketch

COMO GERENCIAR SUA MARCA PESSOAL NA ERA DIGITAL

By | Sem categoria | No Comments

 

Nos últimos anos passamos a viver a era dos relacionamentos digitais. Quase tudo nesta vida está sendo divulgado na hora em que acontece. Hoje as divulgações dos nossos feitos e do que acontece no mundo são propagadas ao vivo, a cores, quer sejam eventos presenciais ou fatos reais, tudo migra para o mundo digital, virtual.

Esta mudança radical com o advento do mundo digital e virtual vem acontecendo de forma intensa, abrangente e em velocidade acelerada sem que muitos percebam o que, de fato, está acontecendo. E mesmo sem perceber vão “tocando o barco para não naufragar nem encalhar” já que seguir o “fluxo” é uma questão de sobrevivência.

Posso afirmar que para estas intensas, profundas e irreversíveis mudanças não há como voltar atrás, pelo contrário, devemos trilhar um novo caminho já que tudo nesta vida será muito mais virtual que presencial e esta é a marcante diferença.

A migração dos relacionamentos para quase que totalmente virtuais poderá ser  um grande entrave e bloqueio na carreira de muitos profissionais, principalmente para a carreira dos profissionais que trabalham com Marketing Pessoal e/ou Personal Branding(Gerenciamento da Marca Pessoal).  Portanto, estes profissionais devem ter muito cuidado nessa migração para não correr o risco de ter sua reputação posta à prova por qualquer “deslize digital”.

Você poderá pensar “Sim, mas que mal há nisto?  Não entendo este seu pensamento analógico, você não está meio “ultrapassada(o)”? ”

O pior é que não!

Desde que o mundo é mundo, todos os frutos que colhemos nesta vida são originados de relacionamentos, não conseguimos viver sozinhos e isolados neste mundo.

E sempre nos chegam relatos de pessoas que conseguiram grandes feitos na vida porque tinham o dom de se relacionar com maestria e com isto conseguiram coisas e oportunidades que nunca teriam conseguido somente com talento e dinheiro, a exemplo da Starbucks, famosa rede de torrefação e venda de café, ativa desde 1971, que ao passar por problemas com a falta de fidelização do consumidor, em 2008, conseguiu se reerguer através  do fortalecimento do relacionamento com seus clientes por meio das redes sociais.

 

starbucks

Promoções e descontos? Não! Ao contrário do que muitos lojistas pensam, os preços não foram para as mídias sociais tentar levantar a Starbucks. O alvo da ação salvadora foi a opinião do consumidor.

“Tem uma ideia? ”. Essa foi a pergunta que a Starbucks lançou aos seus clientes através da Central ‘My Starbucks Idea’, incentivando a participação dos mesmos, ao perceber que estavam passando por uma perda de tráfego em suas lojas. Ao questionar seus clientes sobre o que eles mudariam ou o que poderia tornar a empresa ideal para aumentar a frequência, conquistou-se não apenas o respeito, como o carinho do consumidor.

 

Mais canais, mais resultados. Após o sucesso com a participação opinativa dos clientes, a Starbucks enxergou na web o caminho certo a seguir e fidelizar seus consumidores e passou a apostar também em outras mídias com o mesmo propósito: promover o relacionamento com o cliente.

 

Números crescentes. Atualmente, a Central ‘My Starbucks Idea’ ainda está ativa e cada vez mais crescente, a Fan Page da empresa é curtida por mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo e o perfil no Twitter possui mais de 3 milhões de seguidores.

 

Fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/case-starbucks-midias-sociais-significam-relacionamento-com-o-cliente/72826/, em 30/0/2016

 

A timidez, o mau-humor, as grosserias, a falta de habilidade nos relacionamentos e também a ausência de traquejo social certamente são fatores totalmente depreciativos para uma Marca Pessoal. A propagação de uma Marca Pessoal deve acontecer justamente pelo contrário: empatia, criatividade e coragem de inovar e admitir a necessidade de buscar novos resultados.

Para que os filhos despertassem a habilidade nos relacionamentos e traquejo social, durante muitos anos, toda família que tinha uma mínima condição, enviava seus filhos para cursos de postura e bons modos quando completavam 15 anos, pois esse era o referencial da idade em que os jovens eram apresentados à sociedade para dar início à sua vida social.

E os jovens de famílias mais abastadas eram enviados para colégios suíços, berço da civilização e da genuína boa educação, pois sabiam o valor da boa educação para o sucesso dos seus filhos.

No entanto, as famílias de pessoas simples como a minha, sabiam desta importância, mas como não tinham acesso a este mundo ensinavam o básico a seus filhos e também a ficarem mais contidos, no “seu mundinho”, para não sonharem demais e entrarem em mundos que não lhes pertenciam.

Hoje, graças à globalização e ao momento digital que vivemos, a filha de um fazendeiro (que na verdade era um sitiante) e de uma costureira, ambos com formação apenas até o 4º ano escolar, atreveu-se e se tornou uma educadora comportamental. Transformou em realidade o que seria sonho para uma menina que morava em uma roça sem luz até seus 7 anos de idade.

Esta menina saiu do interior das Minas Gerais para palestrar sobre Imagem Pessoal e Postura Profissional por vários estados deste Brasil, chegando até à Europa, berço da cultura e civilização. Esta menina sou eu, e caso deseje saber mais sobre minha caminhada e história de vida acesse meu blog – http://silvanalages.com.br , lá estão todos os detalhes e muito mais.

Mas, da mesma forma que esta flexibilização das fronteiras permite que você ande por mundos os quais pensa que “não foram feitos para você”, alerto que dependendo da forma como você se porta e se relaciona nos ambientes digitais poderá encontrar barreiras para o resto da sua vida, principalmente para fixação de uma MARCA PESSOAL de valor.

A visão e o alcance da sua postura nas redes sociais são incontáveis e totalmente imprevisíveis e até incontroláveis. Com apenas um clique ou uma postagem ou curtida mal “feita” e mal pensada poderá ser comprometida comprometer a sua reputação por toda sua vida.

Infelizmente, o que mais viraliza nas redes sociais são coisas superficiais, chegando algumas vezes até serem banais. Esses deslizes, em quase 100% dos casos, deixam marcas irreparáveis.

A maioria das pessoas que utilizam os ambientes digitais podem acompanhar o estrago que causou na reputação da Bel Pesce em uma postagem mal planejada e incompleta.

Caso não tenha visto o fato, poderá ver no seguinte endereço:    https://www.facebook.com/BelPesce/?fref=ts.  Não vou entrar no mérito da forma de trabalho dela, nem no que é certo ou não na sua carreira, pois não tenho suficiente conhecimentos de Marketing para falar de forma aprofundada.

Proponho uma análise da Postura dela nos ambientes digitais. A Bel sempre foi considerada pela mídia nacional e internacional como uma “autoridade em empreendedorismo”, uma jovem exemplar e à frente dos tempos.

Sim, com certeza ela tem grandes feitos, eu mesma, no meu tempo de empresária, no início dos anos 2000, usufruí muito da sabedoria dela através do seu canal do You Tube: “O caderninho da Bel”. Porém, com o avançar e diversificações das redes sociais, ao acompanhá-la mais de perto pelo Periscope percebi que ela estava prestes a ter uma séria crise de imagem breve-breve e foi o que de fato culminou.

E se você me perguntar se agora sou uma “Mãe Diná”, uma vidente? Já antecipo que não!! De forma alguma.

Quem acompanhou de perto como eu acompanhei o posicionamento dela nas redes sociais e tem o conhecimento sobre Personal Branding como nós temos, é facílimo prever uma crise. Ela sempre foi muito confiante de si e de sua atuação, porém esqueceu que o excesso de confiança é um grande vilão já que torna as pessoas inquestionáveis e donas da verdade.  Hoje posso garantir que ninguém sabe nada desta vida, o mundo está muito desafiador, todo dia podemos aprender e muito.

O contato da Bel Pasce sempre foi com jovens e por isso não demandava de muitas formalidades nas suas postagens e isso lhe permitia, sim, ser informal.

Mas ela confundiu informalidade com intimidade e isso gerou muitos erros e complicações que a prejudicaram seriamente.

O que aconteceu com ela acontece com muitas pessoas: confundir informalidade com intimidade. A primeira é uma ausência de solenidade no trato, a outra é invasão de uma área privada.

E nenhuma relação comercial e profissional pode ser íntima. Muitas podem ser informais, mas não cabe intimidade em assuntos sérios.

Portanto, se você refletir sobre o case que citei verá que pode ter sido justamente isto a grande fonte geradora da polêmica. Ela estava se sentindo tão íntima da sua audiência que chamava a toda hora, em qualquer lugar, até na cama, acordando, de pijama, em momentos de lazer…

Um certo dia, ela fez um lançamento de algo que ainda era novo no Brasil e bem desconhecido, confiante de que sua audiência era tão íntima e tão familiar que nem precisaria explicar todos os detalhes e os “pormenores”.

Acreditou que todos entenderiam e que tudo sempre ia terminar sendo resolvido, pois estava “em família”. E deu no que deu.

Na realidade, pela falta de clareza e de informações, as pessoas brigaram, ficaram bravas, chateadas, responderam, questionaram, passaram dos limites nos questionamentos e muitos mais…  Ela sofreu e com certeza ainda está sofrendo as consequências disto.

Ela errou, sim!  Como já disse, não vou questionar a fundo os critérios do projeto dela, pois quem sou eu para questionar algo desta área.

O que vem ao caso é que se este erro tivesse sido entre ela e o cliente, poucas pessoas saberiam disto e a forma que teria para corrigi-lo seria muito mais fácil, menos cara e mais tranquilo para ser solucionado. Pois, atire a primeira pedra quem nunca errou e teve que dar 10 passos atrás para corrigir um erro.

No entanto, quando os erros são nos ambientes digitais tornam-se um fenômeno incontrolável, algo que muitas vezes não temos como consertar, não temos o que falar.

Literalmente vira uma bola de neve, tem alcance mundial e fica para sempre registrado no Google. Daqui 10, 20 anos, estará lá o seu erro aparecendo nas pesquisas.

Outro dia foi divulgado no Fantástico o caso de uma criança de 7 anos que quebrou a sala dos professores (http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/11/video-de-menino-revirando-sala-de-professores).

Muitas vezes os professores erram e muito, mas não vamos aqui nos aprofundar em questões educacionais já que não é essa intenção. Porém, é nítido que esta criança estava passando por desafios, que houve, sim, uma falha da mãe no processo de educação de seu filho.

Contudo, diante de uma situação destas, a mãe poderia ter sido chamada a comparecer na escola, rever sua postura, procurar ajuda e contornar a situação além de sanar seu erro/falha de educação dentro de casa.  Poderia mudar a criança de escola dando-lhe o direito a um recomeço.

Depois de uma exposição destas, em qualquer escola que esta criança chegar será reconhecida já que traz esta marca com ela. E isto acarreta sérios problemas na vida de uma pessoa. E mais adiante, na sua trajetória profissional, mesmo depois de superar todos os desafios, este adulto sempre que chegar em algum nível da sua trajetória profissional poderá ter este fantasma lhe assombrando.

E quando criticaram a mãe por ter dito que processaria a escola, afirmo a vocês que eu também, no lugar dela, processaria. Sou mãe e sei que todos os dias cometemos falhas e entendo que ela até poderia ter corrigido sua grande falha em casa, mas depois de uma postagem destas tudo se torna muito complexo.

Existem também desafios menores e mais comuns que lidamos no nosso cotidiano. Outro dia, meu ex-marido me perguntou assim: “Silvana, até pouco tempo postar foto de prato de comida era feio, agora vejo tanto isto, não é feio mais?”

E eu respondi que sim. Continua sendo feio, superficial, não gera valor ao outro e é também uma forma de ostentar. Mas estamos vendo isto tanto que acabamos nos acostumando e esquecendo ou até mesmo nos confundindo se é algo feio ou não!

E assim tem sido a postura da grande maioria das pessoas nas redes sociais. Estão se acostumando a tudo e nem estão percebendo “as feiuras” e os “erros”, coisas que a todo momento podem comprometer seriamente a sua imagem e a sua reputação.

Afinal de contas, reputação é, sem sombra de dúvidas, um elemento que gera desequilíbrio nas negociações e se você preserva e administra a sua reputação de forma off-line e online, você já tem meio caminho andado para o sucesso.

No mundo onde os conhecimentos e habilidades são muito similares entre os profissionais de todas as áreas e, principalmente, no nosso meio de Marca Pessoal, Marketing Pessoal e Personal Branding, onde cursos e formações já não são mais segredos e nem diferenciais, a reputação sempre entrou e sempre vai entrar como peso de ouro.

Muitos têm se confundido e achando que algumas “coisinhas” bobas e leves que são postadas nas redes sociais sem pensar pode não afetar.

Eu digo e afirmo que afeta e muito. Antes de seu cliente fechar negócios com você ele entra nas suas redes sociais e dá uma pesquisada geral.

Não se detém somente nas postagens atuais. Vai além, vai lá atrás, vai ver quem você é. Vai verificar também se o modo como você pensa e age está coerente com o produto/serviço que vende. E é nessa análise que muitos NEGÓCIOS E OPORTUNIDADES se perdem.

É bom lembrar que hoje as pessoas desejam tudo de forma instantânea, para hoje, express, ligeirinho, porém ainda tem muita gente e também muitos profissionais achando que reputação se constrói de forma instantânea. Ledo engano!

Assistindo uma entrevista no Canal da Estrategista em Personal Branding Daniela Viek com a grande Estrategista de Marketing Digital Martha Gabriel [ASSISTA AQUI] > (https://www.youtube.com/watch?v=W6ZY409jd9s) constata-se o quanto podemos aprender e acrescentar sobre reputação. Eu, particularmente, adorei a forma prática, clara, simples e real como ela coloca a questão da reputação. Vejamos algumas:

  • TODAS AS SUAS AÇÕES ACRESCENTAM OU DIMINUEM O SEU ESTOQUE DE REPUTAÇÃO.
  • O ESTOQUE DE REPUTAÇÃO FUNCIONA COMO UMA CONTA DE BANCO COM DÉBITO, CRÉDITO E SALDO.
  • AVALIE SEMPRE O PESO E A INFLUÊNCIA DE CADA AÇÃO NO SEU CONTROLE DE CAIXA.

Simples assim.

Talvez agora você deve estar pensando assim:  Nossa!  Tão simples, tão básico e por que ainda comentemos tantos erros e vemos tantas pessoas comentando tantos erros?

A questão é que toda essa mudança veio muito rápida e de forma muito intensa, não deu tempo para nos prepararmos.

Como mencionei acima, ao fazer 15 anos as pessoas eram enviadas para cursos de aprimoramento de postura, em casa os pais também, sempre, dentro das suas condições e vivências, se preocupavam em passar a melhor educação para seus filhos.

As mães estavam presentes em casa e podiam controlar e suprir mais os seus filhos com estes conhecimentos de boa educação. Os pais sempre foram fontes, mesmo que fontes mais simples. E continuam sendo.

Mas os pais, no quesito educação digital, ainda não conseguem perceber a importância de proporcionar ao filho um curso de boas maneiras no ambiente digital. A maioria, por ser tudo muito novo, estão a duras penas tentando aprender a lidar e a se portar nos ambientes digitais.

E todos estão entre erros e acertos, diga-se que com muito mais erros do que acertos, aprendendo a lidar e se portar. Por isto estão “tocando” o barco do jeito que dá.

E esse comportamento de tocar o barco como dá, para os profissionais da nossa área, é incabível, inaceitável.

Nós cuidamos da marca dos outros e uma premissa é certa:  eu só posso cuidar da marca do outro se a minha marca for um exemplo. Não podemos fazer tipo casa de ferreiro, espeto de pau, aqui o espeto tem que ser de ferro, e dos bons.

Eu só acredito que podemos vender o que temos de sobra, se eu vendo o que preciso vai me faltar. Com certeza, pelas exigências cada vez maiores do mercado, o cliente vai nos analisar.  E se ele achar que se nos comprar vai nos faltar? Com certeza isto vai nos complicar. Então, muito cuidado com nossa Marca.

E agora Silvana Lages o que eu faço? Como saber?

A primeira coisa é não fazer nada, mas, sim, parar e olhar o que foi feito até agora, do primeiro dia até o momento presente, em todas as suas redes sociais. Ao mesmo tempo ver se tudo que está postado, tudo que você está gritando para o mundo, representa você e corresponde com a sua verdade, com a sua essência e se está conectado com o propósito do seu negócio.

Refletir de maneira profunda e transparente sobre as questões abaixo é o melhor caminho:

  • Sua Marca Pessoal transmite credibilidade nas redes sociais?
  • Seu cliente sente segurança com a sua Marca Pessoal nos ambientes online?
  • Sua Marca Pessoal reforça a qualidade dos seus produtos?
  • Sua Marca Pessoal reforça suas habilidades e conhecimentos?
  • Sua Marca Pessoal é o seu diferencial competitivo?
  • A Imagem Pessoal que você está projetando nos ambientes digitais está de acordo com as mensagens que gostaria de transmitir para as outras pessoas?

Para esta reflexão, ANALISE COM OLHAR DO OUTRO e pergunte-se se você CONFIARIA em quem não corresponde 100% aos quesitos acima.

Depois desta reflexão, se perceber necessidades de mudanças, siga estes passos:

  • ORGANIZE-SE
  • APAGUE
  • CLASSIFIQUE / ALTERE PERMISSÕES DE VISIBILIDADE
  • REVEJA AMIGOS, GRUPOS, PÁGINAS CURTIDAS
  • NÃO DEIXE PERFIL ABERTO

Na dúvida, não ultrapasse. Tem dúvida, não poste, não curta, não compartilhe. Errar menos nos ambientes digitais será com certeza um grande acerto.

Já tem muita gente errando e como se diz aqui em Minas Gerais: “em terra de cego que tem um olho é rei”.

Este é sim um ponto desafiador que merece muita atenção, pois a grande maioria das pessoas estão em busca somente de estratégias de posicionamento e esquecem de buscar informações para aprimorar a postura.

Os ambientes digitais também requerem conhecimentos de regras de etiqueta e bom comportamento.

Com certeza eu plantei muitas dúvidas na sua cabeça, quem sabe tudo isto vai até te dar muito trabalho. Mas pode ter certeza que vai valer a pena. Ao usar a lógica da Marta Gabriel você vai gerar muitos créditos na sua conta Bancária da reputação e isto com certeza será muito lucrativo para você.

Depois deste processo, você, com certeza, vai se tornar um especialista ainda mais diferenciado, principalmente se somar também todos os seus conhecimentos sobre Marca Pessoal, Marketing Pessoal e Personal Branding.

Se você for a fundo com plena dedicação vai ter mais este nicho de mercado para trabalhar e isto, com certeza, será o grande diferencial competitivo para sua trajetória.

O que não falta são pessoas dando tiro no pé no quesito Etiqueta digital e esses novos conhecimentos vão reverter a situação e se tornar grandes aliados para faturar mais, pois sabemos que tanto na vida off-line quando online não basta ser bom, é preciso parecer bom.

Espero ter contribuído com esta reflexão e estou sempre às ordens em caso de mais informações, dúvidas e sugestões. Deixe abaixo seu comentário!

Artigo escrito por:

Silvana Lages é uma mulher sonhadora que acredita nas pessoas e por isso as auxilia a nunca desistirem de seus sonhos porque sua experiência de vida lhe mostrou que é de sonhos em sonhos que subimos os degraus da vida e crescemos como seres humanos.

marketing-pessoal_820x312_acf_cropped

A profissão Especialista em Marketing Pessoal

By | Sem categoria | No Comments

O primeiro evento público da PBBrasil.org toma forma e é exibido em palestra online nas redes sociais de um de seus diretores, Adriano Tadeu Barbosa, no dia em que o termo completa 19 anos de uso: 31 de agosto de 2016

Assumo a primeira pessoa para contar a todos um pouco da minha experiência nestes 10 anos trabalhando com o marketing pessoal nas mais variadas frentes.

De estratégias próprias, identificadas no começo de uma vida corporativa e fim de uma vida de estudante, à formação de cursos de ensino e lançamentos de clientes no mercado de trabalho, sempre em busca de posicionamento, sejam em novas profissões ou em carreiras em transformações.

“Isso me deu um olhar que o marketing pessoal deve ser percebido como estratégia e não como conteúdo.”

É o que quero trabalhar aqui com você. Na atualidade, e logo após o aniversário de 19 anos desta ferramenta, trabalhada pela primeira vez na Revista Fast Company nos Estados Unidos em 1997, o marketing pessoal supre necessidades básicas do ser humano como a busca pela identidade, auto aprimoramento, interação social – networking, status social (diferenciação) e segurança.

fast-company

Reprodução: Internet

Um passo antes, quando falamos de características pessoais, entendemos que um bom processo de coaching em marca pessoal identifica muitas possibilidades e pontos a serem destacados no profissional em questão. Conseguimos até identificar melhorias para que sejam tomadas as devidas decisões.

Seguinte, é olharmos o mercado e identificarmos que através do marketing pessoal nós conseguimos trabalhar macromudanças como a facilidade que as redes sociais nos trazem, a emergência da classe média com poder aquisitivo ainda maior, as novas profissões que surgem pela busca da felicidade do ser humano e em trabalhar necessariamente com o que se gosta, a população cada vez mais velha e com vontade de se reinventar e continuar a viver como antes (ou melhor) e a diversidade mais aparente.

Falando em mudanças de curto prazo, ainda podemos analisar que no campo de um profissional especialista em marketing pessoal, o tamanho atual do desemprego no Brasil traz oportunidades de buscarmos a essência dos profissionais e impulsionarmos sua diferenciação na realização de seus sonhos, porque temos a convicção que essa totalidade não será absorvida novamente no mercado de trabalho.

Os millenials, com o começo de suas vidas profissionais, também demandam de estratégias de marketing para pessoas. Não que tenham que seguir rotas, porque eles são mestres em criar as suas próprias, mas para se colocarem de forma única no mercado em que estão adentrando.

As pessoas, com a busca pelo reconhecimento, às vezes instantâneo, estão cada vez mais ansiosas e buscando por marcas que as considerem especiais e exclusivas, o que faz com que se crie conexões com outras pessoas, assumindo elas o papel de empresas e grandes negócios.

Vê-se os blogueiros, instagrammers, youtubers que até 5 anos atrás praticamente não existiam. A dinâmica do mercado mudou completamente e tem buscado cada vez mais a verdade que uma estratégia de marketing para pessoas pode proporcionar.

A busca constante para o novo também faz com que as empresas e pessoas precisem se inovar a todo instante, com novas ações que devem estrategicamente ser organizadas para que uma construção sólida de marca e identidade seja identificada pelo mercado, gerando sempre novos e mais resultados.

Podemos mirar, além das novas celebridades de internet que se criam a cada instante, nos executivos cada vez mais midiáticos, nos coaches que precisam se diferenciar, consultores de imagem, faculdades que trazem este conteúdo cada vez mais cedo aos seus alunos e empreendedores em geral. São estes grupos que necessariamente precisam das estratégias criadas por um especialista em marketing pessoal.

É tudo muito recente, até mesmo esta profissão, apesar de ser considerada pela JWT uma das 30 profissões do futuro. Primeiramente os novos comportamentos começam com nichos antes de evoluírem e se disseminarem pelo mercado de massa. Por isso cito os grupos acima.

O achatamento do mercado global, a queda das barreiras para empreendedores e o florescimento da cultura do “faça-você-mesmo”, alimentam o número e a variedade de start-ups e inovadores atendendo às mais diversas necessidades de consumo.

Consumidores experientes estão cada vez mais cansados do monte de produtos e marcas sem graça que estão por aí.

Isso conclui o novo, a busca pelo diferente, que na verdade está na essência dos profissionais e pessoas, na história de cada um, ligada às competências técnicas e à gestão que o Personal Branding propõe de uma marca pessoal e suas diversas ações de marketing pessoal.

Se um dia pensou em se especializar em marketing pessoal, pense agora que ela pode ser sua próxima profissão.  Junte-se à PBBrasil.Org.

Artigo escrito por:

Adriano Tadeu Barbosa: Especialista, autor, professor, palestrante e apresentador em Marketing Pessoal desde 2006. Professor em cursos de Design de Moda, Hotelaria Design e Eventos, Gestão de Empresas, Gestão do Mercado de Luxo, Marketing e Redes Sociais em diversas instituições. Fundador da Ponto Pessoal, primeira agência e revista digital no Brasil especializadas em Comunicação e Marketing para pessoas